sexta-feira, 21 de julho de 2017

PEPA DELGADO - 130 ANOS

Pepa Delgado
Theatro & Sport
02 de maio de 1914
http://memoria.bn.br



Há 130 anos nascia a atriz e cantora PEPA DELGADO.


Maria Pepa Delgado nasceu em Piracicaba, em 21 de julho de 1887. Era filha de Ana Alves e Lourenço Delgado. Sua mãe era de Sorocaba e seu pai, espanhol.

Seu pai era toureiro e, ao morar no Brasil, continuou suas atividades por São Paulo, excursionando pelo interior e pelo Rio Grande do Sul.

Em 1900, aos pouco antes de completar treze anos de idade, Pepa Delgado já se apresentava em teatros, fazendo parte da famosa Companhia Dias Braga e excursionando pelo Pará.

Começou a gravar discos em 1904, quase ao mesmo tempo do início da indústria fonográfica brasileira (iniciada em 1902). Ela seria a quarta mulher a ter discos lançados no mercado brasileiro. Gravou dezenas de músicas, algumas ao lado dos colegas Mário Pinheiro e Alfredo Silva. Deixou importantes registros da época, como Maxixe Aristocrático e Laranjas da Sabina. Também gravou composições de Chiquinha Gonzaga e Catullo da Paixão Cearense.

No final da década de 1900 apareceu em alguns filmes. Faria mais alguns na década seguinte.

Por essa época, começava a se destacar no teatro de revista, em burletas, dramas, operetas... Na década de 1910, Pepa seria a figura principal da Companhia do Theatro São José, no Rio de Janeiro, onde atuou em famosas peças, como Forrobodó e A Sertaneja.

A partir de 1919 teve sua própria empresa, a Companhia Pepa Delgado. 

Era noiva do militar Almerindo Álvares de Moraes e atuou até 1924, quando engravidou de seu único filho, Heitor. Quando casou, passou a adotar Moraes no sobrenome.

Era muito querida por quase todos os colegas, recebendo sempre manifestações de apreços, inclusive por fotos. Segundo seu filho, ela foi uma das grandes incentivadoras da criação do Retiro dos Artistas, indo falar com o empresário Fred Figner (dono da Casa Edison, onde ela gravara vários discos) para que ele cedesse um terreno em Jacarepaguá para a construção do retiro. Nas fotos de inauguração da instituição, podemos ver uma senhora de chapéu muito parecida com ela.

Mesmo depois de afastada dos palcos procurava ajudar os novos talentos. Se envolvia sempre nos assuntos festivos e religiosos de seu bairro, o Encantado (era vizinha de quintal da cantora Aracy de Almeida). 

Era madrinha de batismo da soprano Abigail Alessio Parecis, que tinha origem indígena. Através de Pepa, Abigail foi adotada pela família Parecis.

Pepa Delgado faleceu cedo, pouco antes de completar 58 anos, em 11 de março de 1945, vitimada por uma hepatite.

Eu a conheci no começo da década de 1990, através de um amigo colecionador, Célio Oliveira. Ele me presenteou com uma fita cassete contendo várias gravações da Casa Edison, entre elas, O Vendeiro e a Mulata, gravada por Pepa e Mário Pinheiro, em 1905. A partir de então apaixonei-me por sua voz e pessoa, buscando sempre pesquisar sobre sua carreira e vida, para que as novas gerações a conheçam e saibam de sua importância para nossa cultura. Sou agradecido à sua família, que tanto me incentiva nessa caminhada.


Pepa Delgado em seu último aniversário.
Foto tirada em 21 de julho de 1944, quando ela completava 57 anos de idade.
Foto tirada por seu filho, Heitor, em frente à casa da família.
Arquivo Marcelo Bonavides.




Algumas publicações de nosso Blog abordando Pepa Delgado

PEPA DELGADO, ARACY CÔRTES E A PETROPOLITANA: http://zip.net/bbtL0T

PEPA DELGADO - 72 ANOS DE SAUDADE: http://zip.net/bmtL0P

PEPA DELGADO, os 126 anos da primeira grande cantora brasileira: http://zip.net/bnmK1t

PEPA DELGADO - 128 ANOS: http://zip.net/bprFRY
PEPA DELGADO, 70 ANOS DE SAUDADE: http://zip.net/bts1vc
PEPA DELGADO, 125 anos: http://zip.net/bmtL0R

AS LARANJAS DA SABINA: http://zip.net/bstMsl




Gravações de Pepa Delgado

FADO PORTUGUÊS
Fado
Disco Odeon Record 10.045
Lançado em 1904



A RECOMENDAÇÃO
Cançoneta de Assis Pacheco (Da revista musical Avança!)
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 10.064
Lançado em 1904



O EIXO DA AVENIDA
Valsa de Assis Pacheco
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 10.065
Lançado em 1904



A BANDOLEIRA
Cançoneta de Chiquinha Gonzaga (É a mesma melodia da composição Machuca)
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 40.531
Lançado em 1905



AS LARANJAS DA SABINA
Lundu de Arthur Azevedo
Acompanhamento de piano
Disco Odeon Record 40.350, matriz RX-452
Gravado em 1906











quinta-feira, 20 de julho de 2017

MÚSICA E AMIZADE - DIA DO AMIGO

Francisco Alves e Orlando Silva, anos 50.
Chico Alves foi quem descobriu Orlando Silva, na primeira metade da década de 1930, e o incentivou a seguir carreira de cantor. Mantiveram uma verdadeira amizade por toda a vida.
Foto do Arquivo Nirez


Hoje, dia 20 de julho é o Dia do Amigo.
Trago algumas gravações que abordam o tema amizade, amizade/amores e amizades/inimizades.




AMIZADE
Samba Canção de Ary Barroso
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.366-B, matriz 2447
Lançado em abril de 1929



AMIZADE
Samba de Edgard Cardoso
Gravado por Leonel Faria
Acompanhamento de Simão Nacional e sua Orquestra Columbia
Disco Columbia 22.009-B, matriz 380965
Lançado em janeiro de 1931



AMIGO LEAL
Samba Canção de Benedito Lacerda e Aldo Cabral
Gravado por Orlando Silva
Acompanhamento dos Boêmios da Cidade
Disco Victor 34.172-B, matriz 80389-1
Gravado em 30 de abril de 1937 e lançado em junho



AMIGO INFIEL
Samba de Benedito Lacerda e Aldo Cabral
Gravado por Orlando Silva
Acompanhamento da Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 34.366-B, matriz 80882-2
Gravado em 26 de agosto de 1938 e lançado em outubro



AMIGO URSO
Samba de Henrique Gonçalvez
Gravado por Moreira da Silva
Acompanhamento do Regional de Garoto
Disco Victor 34.754-B, matriz 52179
Gravado em 12 de abril de 1941 e lançado em junho



APOGEU
Samba de Herivelto Martins e Cícero Nunes
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento do Conjunto Odeon
Disco Odeon 12.479-A, matriz 7596
Gravado em 15 de junho de 1944 e lançado em agosto



AMIGO DA ONÇA
Choro de Henrique Gonçalvez
Gravado por Moreira da Silva
Acompanhamento de Abel e seu Conjunto
Disco Odeon 12.713-A, matriz 8062
Gravado em 13 de junho de 1946 e lançado em agosto



AMIZADE LEAL
Choro de Alberto Maia, Carlos Rego Barros de Souza
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento de Benedito Lacerda e seu Regional
Disco Victor 80-0445-A, matriz S-078547-1
Gravado em 19 de junho de 1946 e lançado em setembro



AMIGO
Samba de Herivelto Martins
Gravado por Nelson Gonçalves
Acompanhamento de Orquestra
Disco RCA Victor 80-0660-A, matriz S-092653
Gravado em 12 de abril de 1950 e lançado em julho



AMIGO DO PEITO
Samba de Raul Sampaio e Rubem Silva
Gravado por Gilberto Milfont
Acompanhamento de Conjunto
Disco RCA Victor 80-1312-B, matriz BE4-VB-0446
Gravado em 12 de maio de 1954 e lançado em julho



AMIGOS
Samba de Paulo Marques e Ailce Chaves
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento de Conjunto
Disco RCA Victor 80-1429-A, matriz BE5-VB-0651
Gravado em 27 de janeiro de 1955 e lançado em maio








Agradecimento ao Arquivo Nirez













quarta-feira, 19 de julho de 2017

PROPAGANDAS DE 1942 - REVISTA A NOITE ILLUSTRADA

Volto a postar algumas propagandas (ou como se chamavam, Reclames). Trago a edição de número 667, da revista A Noite Illustrada, publicada em 06 de janeiro de 1942. Confiram ao som da bela voz de Leny Eversong.

AT LAST
Fox de Mack Gordon e Harry Warren
Gravado por Leny eversong
Acompanhamento de Totó e sua Orquestra Columbia
Disco Columbia 55.427-A, matriz 10125-2

Lançado em maio de 1943




LEITE DE MAGNÉSIA DE PHILLIPS




BATOM ZANDE



 LEITE DE COLÔNIA



SABONETE GESSY



LOÇÃO BRILHANTE




PÓ DE ARROZ L´AIMANT, DE COTY
(Você podia pedir uma amostra pelo correio)




ORGANDY DE BAZIN




ODORONO




MASTRUÇOL




PÍLULAS DE VIDA DO DR. ROSS



CASAS ROULIEN






Agradecimento ao Arquivo Nirez











sábado, 15 de julho de 2017

BAHIANO - 73 ANOS DE SAUDADE

BAHIANO (Manuel Pedro dos Santos)
Arquivo Nirez



Há 73 anos falecia o mais popular cantor do início do século XX, BAHIANO.

Manuel Pedro dos Santos nasceu em Santo Amaro da Purificação (BA), em 05 de dezembro de 1870 e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 15 de julho de 1944.

Ao lado de Cadete, Mário Pinheiro e Eduardo das Neves, integrou o primeiro grupo de cantores profissionais da Casa Edison, nossa primeira gravadora.

O primeiro disco catalogado no Brasil em 1902, que temos notícia, trazia o número o lundu Isto é Bom, do ator baiano Xisto Bahia, gravado por Bahiano, com o número de 10001.

Bahiano havia sido contratado, em 1897, por Fred Figner (dono da casa Edison), para gravar, ao lado de Cadete, vários cilindros com modinhas e lundus brasileiros.

De 1902, quando começou a gravar discos, a 1924, quando fez suas últimas gravações, foram centenas de músicas registradas em discos 78 rpm, com inúmeros sucessos lançados.

Entre as parcerias, destacam-se os duetos feitos com Senhorita Consuelo, em 1903, e os que ele fez em 1913 com a atriz Júlia Martins. Nos dois casos, podemos ver a brincadeira entre as duplas e a extroversão ao gravarem as músicas.

Após sua carreira de cantor, dedicou-se ao comércio.

Sua vida já foi contada em nosso Blog: http://zip.net/bdtpVW

Também já trouxemos vinte gravações suas feitas entre 1902 e 1903: http://zip.net/bptp3k


Mais sobre Bahiano em: http://zip.net/bqtMTh



Gravações de Bahiano


E DURMA-SE COMUM BARULHO DESTE
Dueto de J. Garcia Cristo
Gravado com Senhorita Consuelo
Disco Zon-O-Phone X-680
Gravado em 1903



  
A BICHARADA
Marcha
Disco Odeon Record 10.236
Gravado em 1906




DURA SORTE
Modinha
Disco Odeon Record 10.297
Lançado em 1910




A ROSA
Modinha de Bernardo Cunha
Acompanhamento de Violão
Disco Odeon Record 10.284, matriz R-1359
Lançado em dezembro de 1912




SE EU PUDESSE
Modinha de Neco
Disco Odeon Record 108.508, matriz XR-1102
Lançado em 1912




A NAMORADA
Cançoneta
Disco Odeon Record 10.291
Gravado em 1913




NÃO VOU NISSO
Cançoneta
Disco Odeon Record 10.385, matriz R-1933
Lançado em 1913




O MALHADOR
Samba Carnavalesco de Ernesto dos Santos (Donga) e A. Viana (Pixinguinha)
Acompanhamento de Coro
Disco Odeon 121.442
Lançado em 1918




SAMBA DOS CAIÇARAS
Canção Carnavalesca de J. N. da Silva Sobrinho
Acompanhamento de Conjunto e Coro
Disco Odeon Record 121.444
Lançado em 1918




FOI ENGANO
Schottisch de Anacleto de Medeiros
Disco Odeon Record 121.641
Lançado em 1919











quarta-feira, 12 de julho de 2017

BETTY GRABLE - UMA ESTRELA PARA SER LEMBRADA

BETTY GRABLE
http://www.icollector.com


Uma das atrizes mais populares de Hollywood, presença marcante em vários musicais, ícone do technicolor foi, sem dúvida, BETTY GRABLE.

Bonita e desinibida, atuava, cantava, dançava e tinha um par de pernas esculturais, que no futuro seriam asseguradas em milhões de dólares.

Elizabeth Ruth Grable nasceu em St. Louis (EUA), em 18 de dezembro de 1916. Era a caçula de três filhos. Seus pais eram Lillian Rose (1889-1964) e John Charles Grable (1883-1954). Ganhou o apelido Betty ainda criança.



Betty Grable aos sete meses de idade.
Revista A Noite Illustrada, 1942.
Arquivo Nirez



Betty Grable com três anos e meio de idade.
Revista A Noite Illustrada, 1942.
Arquivo Nirez


Betty Grable aos dez anos de idade.
Revista A Noite Illustrada, 1942.
Arquivo Nirez


Aos dez anos, estudava ballet na Ernest Belcher School Dancing.

Sua mãe era a maior entusiasta em sua carreira artística. Em 1929, elas viajaram para Hollywood na esperança de alcançar o estrelato. Nesse mesmo ano, ainda com 12 anos, participou como corista do filme Dias Felizes (Happy Days), dirigido por Benjamin Stoloff. Sua mãe, inclusive, falsificou sua identidade para que ela conseguisse um contrato.


Betty Grable
Revista A Noite Illustrada, 1942
Arquivo Nirez


Betty Grable aos quinze anos de idade.
Revista A Noite Illustrada, 1942
Arquivo Nirez

Com pequenos papéis em alguns filmes, em 1930 tornou-se uma das primeiras Goldwyns Girls, aparecendo em Whoopee!, dirigido por  Thornton Freeland e estrelado por Eddie Cantor. Mesmo não sendo creditada, ela conduziu o número musical de abertura do filme, intitulado Cowboys.

Na RKO Pictures teve seu primeiro papel creditado, em Probation (1932), dirigido por  Richard Thorpe. Nesse estúdio, ela participou de filmes da dupla Fred Astaire e Ginger Rogers, como A Alegre Divorciada (The Gay Divorcee) de 1934, e Nas Águas da Esquadra (Follow the Fleet), de 1936, ambos dirigidos por Mark Sandrich.



Betty Grable e Edward Everett Horton em
A Alegre Divorciada, 1934.
warnerbros.com


No final da década de 1930, Betty Grable assinou um contrato com a Paramount Pictures, que por sua vem a emprestou à 20th Century-Fox, onde co-estrelou ao lado de Judy Garland em Loucuras de Estudantes (Pigskin Parade), de 1936, dirigido por David Buttler. A Paramount quis investir em sua carreira na imagem de jovem ingênua e pouco inteligente, uma “loira burra”; porém, o que “pegou” foi o estereótipo de ingênua.

Em 1939, ela apareceria ao lado de seu então marido Jackie Coogan em Ela Prefere os Atletas (Million Dollar Legs), dirigido por Nick Grinde e Edward Dmytryk (não creditado), que não fez sucesso. Então a Paramount a liberou de seu contrato.

Betty sai de Hollywood e vai para a Broadway, onde estrelou o musical de Buddy DeSylva, DuBarry Was a Lady, ao lado da cantora e atriz Ethel Merman. A peça foi um sucesso de público e crítica e um marco em sua carreira.

Esse sucesso chamou a atenção do chefe da 20th Century-Fox, Darryl F. Zanuck, que lhe ofereceu um contrato de longo prazo. Daí em diante, ela se tornaria uma das principais estrelas do estúdio.

Ela protagonizou o filme Serenata Tropical (Down Argentine Way), de 1940, dirigido por Irving Cummings. Bem recebido nos EUA, o filme marcava a estreia de Carmen Miranda em Hollywood, cantando números antológicos como Mamãe eu Quero. Betty canta, entre outras, a música tema Down Argentine Way. O filme também contava com a participação de Don Ameche, cantando inclusive em espanhol.
Betty e Carmen ainda atuariam juntas em Minha Secretária Brasileira (Springtime in the Rockies), de 1942, também dirigido por Irving Cummings, com a participação de John payne e Cesar Romero.

Número Down Argentine Way, de Serenata Tropical (1940), 
com Betty Grable e Don Ameche.



Aliás, Betty Grable, Alice Faye e Carmen Miranda formavam as grandes estrelas da Fox no início da década de 1940, se destacando em filmes coloridos, recheados de muita música.

Ela e Alice Faye participariam juntas do filme A Vida é uma Canção (Tin Pan Alley), de 1940, dirigido por Walter Lang e co-estrelado por Jack Oakie e John Payne.

A revista brasileira A Noite Illustrada, de seis de janeiro de 1942, trazia uma matéria sobre ela na qual destacava, além de sua carreira e vida pessoal, o quanto ela e sua mãe eram ligadas, e em como ela era um modelo de filha: “Betty Grable ama muitíssimo a sua mãe. Fala sempre dela com emoção e acatamento. A bela estrela, quando fala do seu lar exclama: - Agora é que encontrei minha vida!”





Durante a Segunda Guerra Mundial ela foi a pin-up mais famosa. Sua foto em trajes de banho, tirada por Frank Powolny, olhando para trás sobre o ombro direito, tornou-se famosa e foi eleita pela revista Times uma das 100 imagens mais influentes da história. No embalo dessa fama pin-up ela estrelou o filme A Preferida (Pin Up Girl), de 1944, dirigido por H. Bruce Humberstone. O elenco ainda contava com a atriz e cantora Martha Raye.


Betty Grable canta This Is It, em Pin Up Girl, de 1944.



A famosa foto de Frank Powolny.


No final da Segunda Guerra Mundial, assegurou suas pernas no Lloyd´s de Londres por um milhão de dólares por perna.

Um de seus sucessos do pós-guerra foi o filme ... E os Anos Passaram (Mother Wore Tights), de 1947, dirigido por Walter Lang e co-estrelado por Dan Dailey.

Já na década de 1950, fez sucesso ao lado de Marilyn Monroe e Lauren Bacall no famoso Como Agarrar um Milionário (How to Marry a Millionaire), de 1953, dirigido por Jean Negulesco.


Betty Grable, Lauren Bacall e Marilyn Monroe em
Como Agarrar um Milionário, de 1953.
Pinterest


Em 1955, seu contrato com a Fox chega ao fim e ela se aposenta das telas de cinema, mas, vez ou outra, se apresentava nos palcos e na televisão.

A atriz se casou duas vezes. Uma, com o ex-ator infantil Jackie Coogan, imortalizado ainda criança no filme de Charles Chaplin, O Garoto (The Kid), de 1920. Betty e Coogan ficaram casados de 1937 a 1939.
Em 1943, casou-se com o trompetista Harry James, que atuou ao seu lado em Minha Secretária Brasileira. O casal teve duas filhas, Victoria e Jessica. Em 1965 eles se divorciaram.
Após seu divórcio, ela começou um relacionamento com Bob Remick, que durou até sua morte.


Betty Grable e Harry James com suas filhas.Pinterest


Em 15 de fevereiro de 1943, Betty gravava suas mãos e perna no pátio do Grauman´s Chinese Theatre, e em 1960, ela foi homenageada com uma estrela na Calçada da fama de Hollywood.

Betty Grable morreu de câncer de pulmão, em 02 de julho de 1973, com apenas 56 anos.


Betty Grable imprimindo sua perna no pátio do Grauman´s Chinese Theatre, em 1943.
https://www.blue17.co.uk

Betty Grable assina o cimento no pátio do Grauman´s Chinese Theatre, em 1943.
Pinterest


Betty Grable imprime sua mão no pátio do Grauman´s Chinese Theatre, em 1943.
Pinterest



Suas marcas no Grauman´s Chinese Theatre.



Com Carmen Miranda em Minha Secretária Brasileira, de 1942.














































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